01/11/2023

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Luiz Fernando Schvartzman

Luiz Fernando Schvartzman

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CEO Meu Vista

CEO Meu Vista

CEO Meu Vista

A difícil tarefa do AAI

A difícil tarefa do AAI

A difícil tarefa do AAI

a-difícil-tarefa-do-aai

a-difícil-tarefa-do-aai

a-difícil-tarefa-do-aai

Quando se fala que alguém trabalha com bolsa de valores, cada pessoa tem uma reação diferente. Existem aqueles que acham que a bolsa de valores é semelhante um cassino, com diversos gráficos e uma grande lista de códigos piscando em verde e vermelho, alternando entre positivo e negativo de forma aleatória, deixando alguns milionários e outros falidos. Já outros imaginam que quem trabalha com bolsa de valores possui carros importados e moram em exuberantes coberturas modernas nos melhores bairros da cidade, como nos filmes americanos.

Ou até imaginam como brilhantes profissionais das finanças que querem ganhar dinheiro em cima dos “pobres” investidores, ou ainda, que estes profissionais atendem apenas a grandes investidores dispostos a ariscar grandes quantias de dinheiro. Mas poucos realmente sabem como é e como trabalha um agente autônomo de investimentos.

O AAI, sigla de Agente Autônomo de Investimentos, profissional certificado pela ANCOR (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) cuja atividade principal consiste em apresentar para seus clientes – o investidor – todas as opções de investimentos oferecidas pela corretora com a qual está vinculado. Para tanto, a cada compra ou venda de qualquer ativo financeiro deve ter autorização expressa por telefone ou escrita do cliente anteriormente a cada operação.

Quem imagina um operador de bolsa de valores, atrás de diversas telas cheias de gráficos, e números comprando e vendendo a cada minuto, ganhando milhões de dólares, se engana. O agente autônomo, pelas atuais regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, autarquia que regula o mercado de capitais), não possui autonomia para sugerir investimentos (apenas aqueles que foram atribuídos pelos analistas da corretora) e muito menos comprar e vender sem o consentimento e autorização prévia dos clientes.

Quem diria que o profissional de investimentos, que trabalha na bolsa de valores, comprando e vendendo milhões de ações, sugerindo a alocando recursos de seus clientes em diversos investimentos, o “mestre” das finanças, não passa de um simples vendedor certificado de investimentos. A sua função se restringe apenas em “vender” produtos e operações financeiras para os seus clientes.

Diferentemente do que acontece nas principais Bolsas do mundo e até como os próprios brasileiros veem esse profissional, nos quais são considerados especialistas de investimentos, com amplo conhecimento de finanças, mantendo-se atualizados com as principais notícias do mundo, não passam de um simples vendedor de produtos financeiros.

Qual o motivo de tanta qualificação e certificação, sendo que a legislação permite apenas que este profissional venda aos seus clientes ativos previamente oferecidos pelos analistas das corretoras, sendo que a decisão é única e exclusivamente do cliente?

Nas atuais condições, não cabe aos agentes autônomos identificar oportunidades e oferecer melhores investimentos, nem a rápida tomada de decisão, quando algum ativo esteja perdendo valor rapidamente. Pelas regras da CVM, se um cliente estiver viajando ou impossibilitado de atender telefone e ou e-mails, ele fica impedido de fazer qualquer operação, mesmo que por algum motivo macroeconômico suas ações despenquem em cerca de minutos. Os AAI ficam completamente impedidos de tomar qualquer atitude sem antes “consultar” o cliente a espera de uma resposta obvia. Esses tipos de restrições ao invés de inibir o uso da má fé, resguardando investidores acabam incentivando o aparecimento de mais oportunistas e sacrificando aqueles que trabalham com honestidade e ética.

É como se fosse consultar a um médico e ele apenas sugerisse o que poderia fazer, sem emitir qualquer tipo de opinião, apenas o que for recomendado pelo hospital sendo a tomada de decisão completa e exclusivamente do paciente. Utilizar antibiótico ou apenas uma questão de repouso é decisão do paciente.

Em uma análise lógica, sendo o especialista o médico, caberá a ele saber e sugerir o que é melhor para o paciente, mesmo porque para este paciente em específico pode ser diferente o tratamento de outro com os mesmos sintomas. Ninguém melhor do que este médico para decidir o que é ideal para o paciente e até tomar decisões imediatas. Certo ou errado, por conhecer melhor o paciente e ter a confiança do mesmo, seria a pessoa mais adequada para diagnosticar e definir um parecer. Nem sempre ele estará certo e muito menos nem todos os médicos concordarão entre si. Mas a decisão entre eles é respeitada.

O próprio mercado define e escolhe os bons profissionais. Os advogados que ganham mais causas, não se envolvem em polemicas são mais valorizados, mais procurados e consequentemente mais caros, assim como os médicos que possuem melhores qualificações, os psiquiatras com melhores resultados, os contadores mais experientes e por ai em diante. No entanto isso não acontece com os AAI que são remunerados exclusivamente pela corretagem pega pelo cliente. Ou seja, toda vez que um cliente compra ou vende um determinado ativo financeiro, ele terá que pagar uma taxa de corretagem para a corretora, que repassa uma parte para o agente autônomo independente se a operação foi positiva ou negativa, se teve certo grau de complexidade ou não ou até mesmo se o operador tem 30 anos de experiência ou começou a uma semana. A remuneração é sempre a mesma, e sempre baseada em um número de operações, beneficiando aqueles que compram e vendem muitas vezes durante o mês, o que acaba sacrificando os rendimentos dos clientes. Pior ainda, gera um conflito de interesse.

Comprovadamente, investimentos em longo prazo em ações é um excelente investimento (visto todos os anos anteriores), e que operações curtas envolvem maior risco, com chances de grandes perdas ou grandes lucros. Claro que existem oportunidades de curto prazo, com riscos baixos. Mas a grande questão é que o AAI se atenta para realizar e a buscar mais operações de curto prazo, se expondo mais ao erro, pois apenas assim poderá ser remunerado de alguma forma e ainda obter rentabilidade aos clientes.

Essa é a difícil tarefa do Agente Autônomo de Investimentos. Além de equilibrar um número razoável de compras e vendas para pode remunerar o profissional de investimentos que possui uma das profissões mais estressantes do mundo, equilibrando com a rentabilidade do cliente e ainda estarem atentos a todas as questões macroeconômicas, políticas, empresariais, mercadológicas e muitas outras em que envolve o mercado financeiro.

Por fim, o AAI não é mágico, existem sim aqueles que compraram carros impostados, vivem em mansões, mas são a minoria e excepcionais profissionais, que devem ser valorizados e não comparados a jogadores de poker, para a grande maioria, são penalizados pelas restrições que a CVM impõe, pelas péssimas condições de marcado e pela desconfiança que essa forma de remuneração trás para os clientes.

Quando se fala que alguém trabalha com bolsa de valores, cada pessoa tem uma reação diferente. Existem aqueles que acham que a bolsa de valores é semelhante um cassino, com diversos gráficos e uma grande lista de códigos piscando em verde e vermelho, alternando entre positivo e negativo de forma aleatória, deixando alguns milionários e outros falidos. Já outros imaginam que quem trabalha com bolsa de valores possui carros importados e moram em exuberantes coberturas modernas nos melhores bairros da cidade, como nos filmes americanos.

Ou até imaginam como brilhantes profissionais das finanças que querem ganhar dinheiro em cima dos “pobres” investidores, ou ainda, que estes profissionais atendem apenas a grandes investidores dispostos a ariscar grandes quantias de dinheiro. Mas poucos realmente sabem como é e como trabalha um agente autônomo de investimentos.

O AAI, sigla de Agente Autônomo de Investimentos, profissional certificado pela ANCOR (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) cuja atividade principal consiste em apresentar para seus clientes – o investidor – todas as opções de investimentos oferecidas pela corretora com a qual está vinculado. Para tanto, a cada compra ou venda de qualquer ativo financeiro deve ter autorização expressa por telefone ou escrita do cliente anteriormente a cada operação.

Quem imagina um operador de bolsa de valores, atrás de diversas telas cheias de gráficos, e números comprando e vendendo a cada minuto, ganhando milhões de dólares, se engana. O agente autônomo, pelas atuais regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, autarquia que regula o mercado de capitais), não possui autonomia para sugerir investimentos (apenas aqueles que foram atribuídos pelos analistas da corretora) e muito menos comprar e vender sem o consentimento e autorização prévia dos clientes.

Quem diria que o profissional de investimentos, que trabalha na bolsa de valores, comprando e vendendo milhões de ações, sugerindo a alocando recursos de seus clientes em diversos investimentos, o “mestre” das finanças, não passa de um simples vendedor certificado de investimentos. A sua função se restringe apenas em “vender” produtos e operações financeiras para os seus clientes.

Diferentemente do que acontece nas principais Bolsas do mundo e até como os próprios brasileiros veem esse profissional, nos quais são considerados especialistas de investimentos, com amplo conhecimento de finanças, mantendo-se atualizados com as principais notícias do mundo, não passam de um simples vendedor de produtos financeiros.

Qual o motivo de tanta qualificação e certificação, sendo que a legislação permite apenas que este profissional venda aos seus clientes ativos previamente oferecidos pelos analistas das corretoras, sendo que a decisão é única e exclusivamente do cliente?

Nas atuais condições, não cabe aos agentes autônomos identificar oportunidades e oferecer melhores investimentos, nem a rápida tomada de decisão, quando algum ativo esteja perdendo valor rapidamente. Pelas regras da CVM, se um cliente estiver viajando ou impossibilitado de atender telefone e ou e-mails, ele fica impedido de fazer qualquer operação, mesmo que por algum motivo macroeconômico suas ações despenquem em cerca de minutos. Os AAI ficam completamente impedidos de tomar qualquer atitude sem antes “consultar” o cliente a espera de uma resposta obvia. Esses tipos de restrições ao invés de inibir o uso da má fé, resguardando investidores acabam incentivando o aparecimento de mais oportunistas e sacrificando aqueles que trabalham com honestidade e ética.

É como se fosse consultar a um médico e ele apenas sugerisse o que poderia fazer, sem emitir qualquer tipo de opinião, apenas o que for recomendado pelo hospital sendo a tomada de decisão completa e exclusivamente do paciente. Utilizar antibiótico ou apenas uma questão de repouso é decisão do paciente.

Em uma análise lógica, sendo o especialista o médico, caberá a ele saber e sugerir o que é melhor para o paciente, mesmo porque para este paciente em específico pode ser diferente o tratamento de outro com os mesmos sintomas. Ninguém melhor do que este médico para decidir o que é ideal para o paciente e até tomar decisões imediatas. Certo ou errado, por conhecer melhor o paciente e ter a confiança do mesmo, seria a pessoa mais adequada para diagnosticar e definir um parecer. Nem sempre ele estará certo e muito menos nem todos os médicos concordarão entre si. Mas a decisão entre eles é respeitada.

O próprio mercado define e escolhe os bons profissionais. Os advogados que ganham mais causas, não se envolvem em polemicas são mais valorizados, mais procurados e consequentemente mais caros, assim como os médicos que possuem melhores qualificações, os psiquiatras com melhores resultados, os contadores mais experientes e por ai em diante. No entanto isso não acontece com os AAI que são remunerados exclusivamente pela corretagem pega pelo cliente. Ou seja, toda vez que um cliente compra ou vende um determinado ativo financeiro, ele terá que pagar uma taxa de corretagem para a corretora, que repassa uma parte para o agente autônomo independente se a operação foi positiva ou negativa, se teve certo grau de complexidade ou não ou até mesmo se o operador tem 30 anos de experiência ou começou a uma semana. A remuneração é sempre a mesma, e sempre baseada em um número de operações, beneficiando aqueles que compram e vendem muitas vezes durante o mês, o que acaba sacrificando os rendimentos dos clientes. Pior ainda, gera um conflito de interesse.

Comprovadamente, investimentos em longo prazo em ações é um excelente investimento (visto todos os anos anteriores), e que operações curtas envolvem maior risco, com chances de grandes perdas ou grandes lucros. Claro que existem oportunidades de curto prazo, com riscos baixos. Mas a grande questão é que o AAI se atenta para realizar e a buscar mais operações de curto prazo, se expondo mais ao erro, pois apenas assim poderá ser remunerado de alguma forma e ainda obter rentabilidade aos clientes.

Essa é a difícil tarefa do Agente Autônomo de Investimentos. Além de equilibrar um número razoável de compras e vendas para pode remunerar o profissional de investimentos que possui uma das profissões mais estressantes do mundo, equilibrando com a rentabilidade do cliente e ainda estarem atentos a todas as questões macroeconômicas, políticas, empresariais, mercadológicas e muitas outras em que envolve o mercado financeiro.

Por fim, o AAI não é mágico, existem sim aqueles que compraram carros impostados, vivem em mansões, mas são a minoria e excepcionais profissionais, que devem ser valorizados e não comparados a jogadores de poker, para a grande maioria, são penalizados pelas restrições que a CVM impõe, pelas péssimas condições de marcado e pela desconfiança que essa forma de remuneração trás para os clientes.

Quando se fala que alguém trabalha com bolsa de valores, cada pessoa tem uma reação diferente. Existem aqueles que acham que a bolsa de valores é semelhante um cassino, com diversos gráficos e uma grande lista de códigos piscando em verde e vermelho, alternando entre positivo e negativo de forma aleatória, deixando alguns milionários e outros falidos. Já outros imaginam que quem trabalha com bolsa de valores possui carros importados e moram em exuberantes coberturas modernas nos melhores bairros da cidade, como nos filmes americanos.

Ou até imaginam como brilhantes profissionais das finanças que querem ganhar dinheiro em cima dos “pobres” investidores, ou ainda, que estes profissionais atendem apenas a grandes investidores dispostos a ariscar grandes quantias de dinheiro. Mas poucos realmente sabem como é e como trabalha um agente autônomo de investimentos.

O AAI, sigla de Agente Autônomo de Investimentos, profissional certificado pela ANCOR (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) cuja atividade principal consiste em apresentar para seus clientes – o investidor – todas as opções de investimentos oferecidas pela corretora com a qual está vinculado. Para tanto, a cada compra ou venda de qualquer ativo financeiro deve ter autorização expressa por telefone ou escrita do cliente anteriormente a cada operação.

Quem imagina um operador de bolsa de valores, atrás de diversas telas cheias de gráficos, e números comprando e vendendo a cada minuto, ganhando milhões de dólares, se engana. O agente autônomo, pelas atuais regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, autarquia que regula o mercado de capitais), não possui autonomia para sugerir investimentos (apenas aqueles que foram atribuídos pelos analistas da corretora) e muito menos comprar e vender sem o consentimento e autorização prévia dos clientes.

Quem diria que o profissional de investimentos, que trabalha na bolsa de valores, comprando e vendendo milhões de ações, sugerindo a alocando recursos de seus clientes em diversos investimentos, o “mestre” das finanças, não passa de um simples vendedor certificado de investimentos. A sua função se restringe apenas em “vender” produtos e operações financeiras para os seus clientes.

Diferentemente do que acontece nas principais Bolsas do mundo e até como os próprios brasileiros veem esse profissional, nos quais são considerados especialistas de investimentos, com amplo conhecimento de finanças, mantendo-se atualizados com as principais notícias do mundo, não passam de um simples vendedor de produtos financeiros.

Qual o motivo de tanta qualificação e certificação, sendo que a legislação permite apenas que este profissional venda aos seus clientes ativos previamente oferecidos pelos analistas das corretoras, sendo que a decisão é única e exclusivamente do cliente?

Nas atuais condições, não cabe aos agentes autônomos identificar oportunidades e oferecer melhores investimentos, nem a rápida tomada de decisão, quando algum ativo esteja perdendo valor rapidamente. Pelas regras da CVM, se um cliente estiver viajando ou impossibilitado de atender telefone e ou e-mails, ele fica impedido de fazer qualquer operação, mesmo que por algum motivo macroeconômico suas ações despenquem em cerca de minutos. Os AAI ficam completamente impedidos de tomar qualquer atitude sem antes “consultar” o cliente a espera de uma resposta obvia. Esses tipos de restrições ao invés de inibir o uso da má fé, resguardando investidores acabam incentivando o aparecimento de mais oportunistas e sacrificando aqueles que trabalham com honestidade e ética.

É como se fosse consultar a um médico e ele apenas sugerisse o que poderia fazer, sem emitir qualquer tipo de opinião, apenas o que for recomendado pelo hospital sendo a tomada de decisão completa e exclusivamente do paciente. Utilizar antibiótico ou apenas uma questão de repouso é decisão do paciente.

Em uma análise lógica, sendo o especialista o médico, caberá a ele saber e sugerir o que é melhor para o paciente, mesmo porque para este paciente em específico pode ser diferente o tratamento de outro com os mesmos sintomas. Ninguém melhor do que este médico para decidir o que é ideal para o paciente e até tomar decisões imediatas. Certo ou errado, por conhecer melhor o paciente e ter a confiança do mesmo, seria a pessoa mais adequada para diagnosticar e definir um parecer. Nem sempre ele estará certo e muito menos nem todos os médicos concordarão entre si. Mas a decisão entre eles é respeitada.

O próprio mercado define e escolhe os bons profissionais. Os advogados que ganham mais causas, não se envolvem em polemicas são mais valorizados, mais procurados e consequentemente mais caros, assim como os médicos que possuem melhores qualificações, os psiquiatras com melhores resultados, os contadores mais experientes e por ai em diante. No entanto isso não acontece com os AAI que são remunerados exclusivamente pela corretagem pega pelo cliente. Ou seja, toda vez que um cliente compra ou vende um determinado ativo financeiro, ele terá que pagar uma taxa de corretagem para a corretora, que repassa uma parte para o agente autônomo independente se a operação foi positiva ou negativa, se teve certo grau de complexidade ou não ou até mesmo se o operador tem 30 anos de experiência ou começou a uma semana. A remuneração é sempre a mesma, e sempre baseada em um número de operações, beneficiando aqueles que compram e vendem muitas vezes durante o mês, o que acaba sacrificando os rendimentos dos clientes. Pior ainda, gera um conflito de interesse.

Comprovadamente, investimentos em longo prazo em ações é um excelente investimento (visto todos os anos anteriores), e que operações curtas envolvem maior risco, com chances de grandes perdas ou grandes lucros. Claro que existem oportunidades de curto prazo, com riscos baixos. Mas a grande questão é que o AAI se atenta para realizar e a buscar mais operações de curto prazo, se expondo mais ao erro, pois apenas assim poderá ser remunerado de alguma forma e ainda obter rentabilidade aos clientes.

Essa é a difícil tarefa do Agente Autônomo de Investimentos. Além de equilibrar um número razoável de compras e vendas para pode remunerar o profissional de investimentos que possui uma das profissões mais estressantes do mundo, equilibrando com a rentabilidade do cliente e ainda estarem atentos a todas as questões macroeconômicas, políticas, empresariais, mercadológicas e muitas outras em que envolve o mercado financeiro.

Por fim, o AAI não é mágico, existem sim aqueles que compraram carros impostados, vivem em mansões, mas são a minoria e excepcionais profissionais, que devem ser valorizados e não comparados a jogadores de poker, para a grande maioria, são penalizados pelas restrições que a CVM impõe, pelas péssimas condições de marcado e pela desconfiança que essa forma de remuneração trás para os clientes.

Mono

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