Luiz Fernando Schvartzman

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CEO Meu Vista

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Planejamento Financeiro: A Jornada do Profissional Solo Versus Associado

Planejamento Financeiro: A Jornada do Profissional Solo Versus Associado

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planejamento-financeiro-a-jornada-do-profissional-solo-versus-associado

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No complexo e dinâmico mundo das finanças, o papel do Planejador Financeiro transcende a mera seleção de investimentos ou a oferta de conselhos simplórios sobre redução de despesas. Este profissional destaca-se por sua capacidade de mergulhar nos desafios cotidianos, angústias e decisões dos clientes, orientando-os a fazer escolhas financeiras mais assertivas.

No universo do planejamento financeiro, profissionais podem optar por trilhar caminhos distintos: atuar de forma independente ou vincular-se a uma empresa. Ambas as escolhas oferecem vantagens e desvantagens, influenciando diretamente no modo de trabalho, na receita e na relação com os clientes.

Com base na minha experiência pessoal, que me permitiu navegar por ambos os modelos, compartilho insights sobre as vantagens e desvantagens de cada um, destacando três pilares essenciais do planejamento financeiro: a plataforma de trabalho, a metodologia e as estratégias de venda.

1. O Modelo Associativo

Neste modelo, o planejador beneficia-se do suporte integral da empresa, incluindo o backoffice e programas de treinamento e desenvolvimento. Ideal para quem busca segurança na entrega de valor. Este modelo, contudo, gera um comprometimento significativo da receita, com, na média 50% do faturamento destinado à empresa.

A evolução do mercado trouxe alternativas em treinamentos (como a TRILHA do Vista) e soluções de backoffice, facilitando a operação independente. No ponto de vista de vendas, o modelo associativo deveria se mostrar vantajoso na captação de clientes e geração de leads, desafios comuns entre novatos. Mas na maioria dos casos isso não acontece.

A tecnologia é elemento cada vez mais crucial e também pesa nesta balança: investir em uma parceria que não traz retorno tecnológico e/ou de clientes, certamente é uma conta muito cada, uma vez que os treinamentos são muito relevantes no inicio para a construção de processos, modelo de negócio e metodologia, ao longo do tempo se torna caro e obsoleto.

2. O Modelo Independente

Optar pela independência permite ao planejador moldar seu trabalho à medida, selecionando as melhores metodologias, ferramentas e estratégias de venda disponíveis.

Embora desafiador, este caminho oferece maior liberdade e controle sobre os custos, além de permitir uma personalização mais acentuada do serviço. No Meu Vista, apoiamos nossos planejadores na construção de metodologias próprias, aproveitando tecnologia avançada e estratégias eficazes de captação de clientes. Ou seja, empedramos planejadores financeiro a construir sua própria carreira e ainda oferecemos mecanismos e cursos para se manterem sempre atualizados e em contato com outros planejadores financeiro. É o modelo “Pay-per-use” (pague pelo o que utilizar)

3. O Modelo Híbrido (Meu Planejador - By Meu Vista)

O modelo híbrido é a síntese perfeita entre os dois mundos, este modelo híbrido maximiza as vantagens de cada abordagem. Quando a captação de clientes é fruto do esforço pessoal do planejador, a receita é integralmente sua, com custos limitados ao uso da plataforma. Em contrapartida, para aqueles que enfrentam dificuldades em atrair clientes, oferecemos treinamentos e leads, ajustando o investimento para esta necessidade.

Conclusão

A escolha entre ser um Planejador Financeiro independente ou associado a uma empresa reflete uma decisão estratégica profunda, que deve alinhar-se aos objetivos, preferências e estilo de trabalho de cada profissional. Independentemente do caminho escolhido, a constante busca por aprimoramento, a adaptação às novas tecnologias e a dedicação ao crescimento e desenvolvimento são fundamentais para o sucesso nesta carreira.

Este artigo é um convite à reflexão para todos os profissionais de planejamento financeiro que buscam definir ou redefinir seu caminho no setor. Que sua jornada seja marcada por escolhas informadas, sucesso contínuo e, acima de tudo, pela satisfação em auxiliar seus clientes a alcançarem seus sonhos financeiros.

No complexo e dinâmico mundo das finanças, o papel do Planejador Financeiro transcende a mera seleção de investimentos ou a oferta de conselhos simplórios sobre redução de despesas. Este profissional destaca-se por sua capacidade de mergulhar nos desafios cotidianos, angústias e decisões dos clientes, orientando-os a fazer escolhas financeiras mais assertivas.

No universo do planejamento financeiro, profissionais podem optar por trilhar caminhos distintos: atuar de forma independente ou vincular-se a uma empresa. Ambas as escolhas oferecem vantagens e desvantagens, influenciando diretamente no modo de trabalho, na receita e na relação com os clientes.

Com base na minha experiência pessoal, que me permitiu navegar por ambos os modelos, compartilho insights sobre as vantagens e desvantagens de cada um, destacando três pilares essenciais do planejamento financeiro: a plataforma de trabalho, a metodologia e as estratégias de venda.

1. O Modelo Associativo

Neste modelo, o planejador beneficia-se do suporte integral da empresa, incluindo o backoffice e programas de treinamento e desenvolvimento. Ideal para quem busca segurança na entrega de valor. Este modelo, contudo, gera um comprometimento significativo da receita, com, na média 50% do faturamento destinado à empresa.

A evolução do mercado trouxe alternativas em treinamentos (como a TRILHA do Vista) e soluções de backoffice, facilitando a operação independente. No ponto de vista de vendas, o modelo associativo deveria se mostrar vantajoso na captação de clientes e geração de leads, desafios comuns entre novatos. Mas na maioria dos casos isso não acontece.

A tecnologia é elemento cada vez mais crucial e também pesa nesta balança: investir em uma parceria que não traz retorno tecnológico e/ou de clientes, certamente é uma conta muito cada, uma vez que os treinamentos são muito relevantes no inicio para a construção de processos, modelo de negócio e metodologia, ao longo do tempo se torna caro e obsoleto.

2. O Modelo Independente

Optar pela independência permite ao planejador moldar seu trabalho à medida, selecionando as melhores metodologias, ferramentas e estratégias de venda disponíveis.

Embora desafiador, este caminho oferece maior liberdade e controle sobre os custos, além de permitir uma personalização mais acentuada do serviço. No Meu Vista, apoiamos nossos planejadores na construção de metodologias próprias, aproveitando tecnologia avançada e estratégias eficazes de captação de clientes. Ou seja, empedramos planejadores financeiro a construir sua própria carreira e ainda oferecemos mecanismos e cursos para se manterem sempre atualizados e em contato com outros planejadores financeiro. É o modelo “Pay-per-use” (pague pelo o que utilizar)

3. O Modelo Híbrido (Meu Planejador - By Meu Vista)

O modelo híbrido é a síntese perfeita entre os dois mundos, este modelo híbrido maximiza as vantagens de cada abordagem. Quando a captação de clientes é fruto do esforço pessoal do planejador, a receita é integralmente sua, com custos limitados ao uso da plataforma. Em contrapartida, para aqueles que enfrentam dificuldades em atrair clientes, oferecemos treinamentos e leads, ajustando o investimento para esta necessidade.

Conclusão

A escolha entre ser um Planejador Financeiro independente ou associado a uma empresa reflete uma decisão estratégica profunda, que deve alinhar-se aos objetivos, preferências e estilo de trabalho de cada profissional. Independentemente do caminho escolhido, a constante busca por aprimoramento, a adaptação às novas tecnologias e a dedicação ao crescimento e desenvolvimento são fundamentais para o sucesso nesta carreira.

Este artigo é um convite à reflexão para todos os profissionais de planejamento financeiro que buscam definir ou redefinir seu caminho no setor. Que sua jornada seja marcada por escolhas informadas, sucesso contínuo e, acima de tudo, pela satisfação em auxiliar seus clientes a alcançarem seus sonhos financeiros.

No complexo e dinâmico mundo das finanças, o papel do Planejador Financeiro transcende a mera seleção de investimentos ou a oferta de conselhos simplórios sobre redução de despesas. Este profissional destaca-se por sua capacidade de mergulhar nos desafios cotidianos, angústias e decisões dos clientes, orientando-os a fazer escolhas financeiras mais assertivas.

No universo do planejamento financeiro, profissionais podem optar por trilhar caminhos distintos: atuar de forma independente ou vincular-se a uma empresa. Ambas as escolhas oferecem vantagens e desvantagens, influenciando diretamente no modo de trabalho, na receita e na relação com os clientes.

Com base na minha experiência pessoal, que me permitiu navegar por ambos os modelos, compartilho insights sobre as vantagens e desvantagens de cada um, destacando três pilares essenciais do planejamento financeiro: a plataforma de trabalho, a metodologia e as estratégias de venda.

1. O Modelo Associativo

Neste modelo, o planejador beneficia-se do suporte integral da empresa, incluindo o backoffice e programas de treinamento e desenvolvimento. Ideal para quem busca segurança na entrega de valor. Este modelo, contudo, gera um comprometimento significativo da receita, com, na média 50% do faturamento destinado à empresa.

A evolução do mercado trouxe alternativas em treinamentos (como a TRILHA do Vista) e soluções de backoffice, facilitando a operação independente. No ponto de vista de vendas, o modelo associativo deveria se mostrar vantajoso na captação de clientes e geração de leads, desafios comuns entre novatos. Mas na maioria dos casos isso não acontece.

A tecnologia é elemento cada vez mais crucial e também pesa nesta balança: investir em uma parceria que não traz retorno tecnológico e/ou de clientes, certamente é uma conta muito cada, uma vez que os treinamentos são muito relevantes no inicio para a construção de processos, modelo de negócio e metodologia, ao longo do tempo se torna caro e obsoleto.

2. O Modelo Independente

Optar pela independência permite ao planejador moldar seu trabalho à medida, selecionando as melhores metodologias, ferramentas e estratégias de venda disponíveis.

Embora desafiador, este caminho oferece maior liberdade e controle sobre os custos, além de permitir uma personalização mais acentuada do serviço. No Meu Vista, apoiamos nossos planejadores na construção de metodologias próprias, aproveitando tecnologia avançada e estratégias eficazes de captação de clientes. Ou seja, empedramos planejadores financeiro a construir sua própria carreira e ainda oferecemos mecanismos e cursos para se manterem sempre atualizados e em contato com outros planejadores financeiro. É o modelo “Pay-per-use” (pague pelo o que utilizar)

3. O Modelo Híbrido (Meu Planejador - By Meu Vista)

O modelo híbrido é a síntese perfeita entre os dois mundos, este modelo híbrido maximiza as vantagens de cada abordagem. Quando a captação de clientes é fruto do esforço pessoal do planejador, a receita é integralmente sua, com custos limitados ao uso da plataforma. Em contrapartida, para aqueles que enfrentam dificuldades em atrair clientes, oferecemos treinamentos e leads, ajustando o investimento para esta necessidade.

Conclusão

A escolha entre ser um Planejador Financeiro independente ou associado a uma empresa reflete uma decisão estratégica profunda, que deve alinhar-se aos objetivos, preferências e estilo de trabalho de cada profissional. Independentemente do caminho escolhido, a constante busca por aprimoramento, a adaptação às novas tecnologias e a dedicação ao crescimento e desenvolvimento são fundamentais para o sucesso nesta carreira.

Este artigo é um convite à reflexão para todos os profissionais de planejamento financeiro que buscam definir ou redefinir seu caminho no setor. Que sua jornada seja marcada por escolhas informadas, sucesso contínuo e, acima de tudo, pela satisfação em auxiliar seus clientes a alcançarem seus sonhos financeiros.

Mono

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